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Números das Compras de Bens e Serviços de Saúde em 2019

30 Dezembro, 2019

Em 2019, a SPMS, EPE adjudicou mais de 1 000 milhões de euros em processos de aquisição de bens e serviços de saúde, num total de 370 processos. A poupança, face ao valor reportado pelas instituições, foi superior a 124 milhões (124 925 707,26€). Os contratos públicos de aprovisionamento chegaram aos 17 480.

Números expressivos que marcaram o ano em que a SPMS desenvolveu projetos conjuntos com o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, o Hospital da Senhora da Oliveira – Guimarães e o Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto para o alargamento da compra centralizada.

Arrancou, também, a colaboração com o Hospital de Braga para a agregação centralizada de bens e serviços de saúde, após a integração desta instituição no Serviço Nacional de Saúde.

Com 16 categorias, a agregação centralizada permite que as instituições do SNS se concentrem mais na prestação de cuidados de saúde aos cidadãos.

Além destes números, destacam-se os peritos, cerca de 90 que colaboraram no desenvolvimento e preparação dos Acordos-Quadro. Atualmente, estão em vigor 81 Acordos-Quadro.

Relativamente ao número de fornecedores em Catálogo situa-se nos 377 e os artigos chegam aos 5 049. De referir ainda que, no ano que agora termina, a média de tramitação de um processo foi de 29 dias.

A SPMS pretende continuar a apoiar as instituições a alcançarem a sua missão, promovendo a cooperação e aplicando todo o seu know-how ao serviço do SNS. Para 2020, mais projetos, mais eficácia e eficiência nas instituições do SNS, maior equidade e mais acesso são os desejos da SPMS, enquanto entidade responsável pelas Compras Públicas da Saúde!

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Comitiva da Eslováquia visita SPMS

29 Junho, 2022

A SPMS recebeu uma comitiva eslovaca no âmbito da visita de estudo promovida pela DG Reform da Comissão Europeia e pelo Ministério da Saúde da Eslováquia nesta quarta-feira, dia 29 de junho, em Lisboa.

SNS 24 continua a melhorar acesso e promove equidade

23 Junho, 2022

O contacto remoto entre o cidadão e o Serviço Nacional de Saúde, independentemente da porta escolhida: telefónica, digital ou presencial, tem contribuído para fomentar a inclusão social e a literacia digital em saúde, possibilitando uma experiência uniforme, integrada e com qualidade.

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